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quinta-feira, 21 de julho de 2011

SUSTENTABILIDADE: Projeto europeu transforma lixo reciclável em hotéis


Em 2008, na Europa, começou um projeto intitulado Save The Beach. Uma vez por ano é escolhida uma praia do continente, e a partir do recolhimento de lixo, desenvolve-se a construção de um hotel reciclável.

No site da marca de cervejas Corona, uma das apoiadoras do projeto, os internautas podem escolher a próxima praia beneficiada e opinar sobre a causa.

O mentor do projeto, que parte agora para a Sicília, é o artista alemão H.A. Schult, que sempre usou lixo como material de trabalho e já desenvolveu hotéis em Roma e Madrid.

O acabamento e a estrutura são bem diferentes do modelo convencional de construção e do padrão de hotelaria: além de não haver tijolo e cimento, nos quartos propositalmente não há banheiro, chuveiro e portas, com a intenção de fazer o hóspede refletir sobre o meio ambiente.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Ecologia direto da internet

Criatividade e boas ideias a favor do planeta
Que tal aproveitar a rede para preservar o meio ambiente, reciclar o lixo e reaproveitar vários materiais? Com apenas um clic e sem pagar nada, você pode ajudar o planeta e ser mais ecológico.

Por exemplo, no endereço http://www.akatu.com.br/ você confere dicas para evitar o desperdício de água e energia, além de orientações sobre como manipular os alimentos e separar corretamente o lixo para reciclagem.

E se você não sabe para onde enviar o material separado em casa, a resposta para isso também está ao alcance dos seus dedos: basta passar no site http://www.recicloteca.org.br/. Lá, é possível descobrir quais cooperativas, sucateiros e empresas da sua região recebem os recicláveis. Em São Luís, uma das entidades que reaproveitam estes materiais é a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis – ASCAMAR, que atua na coleta de garrafas PET, jornais, papelão, plásticos e revistas. Parte desse material, principalmente papel e garrafas PET, é reciclado nas próprias instalações da ASCAMAR (mais informações pelos fones 8857-7901 e 8867-2429).

Inclusive, sabia que dá pra fazer cadeiras e sofás com garrafa PET ou luminárias reaproveitando materiais domésticos? Um lugar que você pode conferir tudo isso, é no http://www.ecoblogs.com.br/, que traz várias idéias diferentes de artesanato com materiais recicláveis. E, ainda, no http://www.artereciclada.com.br/, é possível aprender, passo-a-passo, a fazer artesanato com sucata. Na página, tem de tudo: porta retrato e árvore de Natal com folhas de revista, croché de sacolas plásticas, vassoura e cortina de garrafa PET, luminária de latinha, pandeiro com tampinhas de garrafa e retalhos de pano, entre outros.

Outra dica, para você se manter atualizado sobre as questões ambientais, é no site http://www.planetasustentavel/.
com.br, que disponibiliza coletâneas de matérias e artigos verdes publicados por várias revistas brasileiras, textos reflexivos e orientações práticas para o dia-a-dia.

Além disso, quer saber como diminuir o impacto do efeito estufa? Se bateu a curiosidade, então tecla aí rapidinho: http://www.iniciativaverde.org.br/. O site incentiva o plantio de árvores para compensar os gases que emitimos ao andar de ônibus, ao consumir energia elétrica, e etc.

Pela internet, você pode assistir ainda a vídeos ambientais. No http://www.eco1.com.br/, portal semelhante ao YouTube, as pessoas gravam vídeos e colocam lá para que outros possam assisti-los. A única diferença é que ali só entram vídeos sobre Educação Ambiental. O http://www.reporterecologico.com.br/ e http://www.trilhaambiental.com/ também utilizam o vídeo como ferramenta didática, visando sempre a conscientização ambiental. Vale conferir!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

LAZER E DIVERSÃO: Parque da Vale é uma opção para as famílias durante os fins de semana

Além de uma extensa área verde, o parque oferece uma vasta programação com passeio, danças, ginásticas e até yoga.


Se você é um admirador da natureza e anda sem programação principalmente nos fins de semana, o Parque Botânico da Vale é uma boa opção para um passeio em família. Além proporcionar bem-estar o local oferece também conhecimento educativo a respeito das plantas nativas.

São exatos 100 hectares de pura “beleza verde”. Localizado no Complexo Industrial Portuário de Ponta da Madeira, no Bacanga, o parque também dispõe, ao longo do ano, programações mensais que incluem projetos, piqueniques, palestras, teatro, música, exposições e outros atrativos como passeios em trilhas ecológicas. Em épocas de férias a diversão é garantida para a criançada.

Segundo a supervisora do parque, Marília Diniz, a programação do mês é baseada em um calendário ecológico no qual propõe atividades com diversão e educação. “Transmitir conhecimento para os visitantes é a nossa maior preocupação. Nossos orientadores tem o cuidado de divulgar a história das plantas do nosso estado”, revelou.

Aberto para visitação das 9h às 17h e de terça-feira a domingo, o local, além de contribuir para a proteção do ecossistema florestal de São Luís, abre as portas para alunos de diversas escolas da capital. Nessas ocasiões são trabalhados projetos com os estudantes a fim de contribuir para o conhecimento dos mesmos.

Quem quiser fazer um passeio agradável com a família para conhecer de perto os atrativos do Parque Botânico da Vale pode agendar ou obter mais informações pelo telefone (98) 3218-6245. O passeio é gratuito.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Jogar fora não existe

Danilo Pretti Di Giorgi

Ouvi recentemente o economista Hugo Penteado, dono de um excelente blog, questionando a idéia de “jogar algo fora”. Ele lembrou como temos o estranho costume de olhar o planeta como uma grande lata de lixo onde podemos descartar tudo. O “fora” na verdade não existe, se considerararmos que estamos todos “dentro” da Terra e que daqui não podemos sair, apesar dos delírios tecnológicos tão apreciados pelos que defendem a manutenção e até mesmo a ampliação dos níveis de produção e consumo atuais. Muito daquilo que produzimos e transformamos a partir dos recursos retirados do planeta vai continuar nos acompanhando na nossa caminhada.

Aquela garrafinha de PET – uma maravilha da engenharia que teria perfeitas condições materiais de continuar sendo reutilizada por muitos anos – não vai “desaparecer” dentro da lata de lixo depois de consumido seu conteúdo. Vai continuar presente, num lixão, testemunhando como nós a passagem do tempo, e por um período de tempo muito mais longo do que a duração de nossa vida.

Para quem consegue compreender a idéia da Terra como “nossa casa”, é apenas uma questão de escala a diferença entre nossos lares e o planeta. Afora a questão do tamanho, não há maiores diferenças. O terreno onde está construída a casa onde moramos é limitado. É a mesma coisa com a nossa casa-planeta, o único lugar conhecido onde nossa espécie tem condições de sobreviver.

Mesmo assim, apenas uma minoria parece estar realmente preocupada com as conseqüências ambientais da sociedade do consumo, que a cada ano produz uma quantidade de lixo maior, sem nenhum tipo de cuidado de larga escala com o seu tratamento. É inacreditável que ainda se discuta a responsabilidade das indústrias sobre os resíduos dos produtos que fabricam. É incrível que se fale tão pouco em redução da produção e do consumo quando sabemos que nossos resíduos não desaparecem simplesmente quando o caminhão do lixo passa pela rua onde moramos. Na realidade o lixo desaparece apenas de nossas vistas.

É desesperador, por exemplo, se dar conta de que a maior parte da população mundial sequer tem conhecimento dos perigos ambientais representados pelo descarte inadequado de pilhas e baterias e que por isso milhares delas continuam se encaminhando diariamente aos lixões. Pior ainda é testemunhar que aqueles que têm acesso a essa informação e que têm sob sua responsabilidade a gestão pública não se dedicam a criar mecanismos sérios e efetivos para impedir que pilhas, baterias e outras fontes de venenos continuem contaminando irreversivelmente a terra e a água. Por que cuidamos tão bem das nossas casas e tão mal do nosso planeta?

É difícil responder a essa pergunta, mas não é preciso ser nenhum gênio para perceber que estamos cegos, de cara na lama. Esse chafurdar, porém, se disfarça bem porque acontece ao mesmo tempo em que estamos envoltos numa aura de “modernidade” (no sentido besta do termo), cada vez com acesso mais facilitado a aparelhos eletrônicos de desenho futurista, cheios de luzinhas que fazem muita gente acreditar que o máximo da sutileza e da capacidade criadora humana está nas linhas arrojadas ou no acabamento interno de um automóvel de “alto padrão” ou numa ampla cobertura localizada em “área nobre” da cidade, montada com o que há de melhor na indústria da decoração de interiores.

Os que não vivem essa realidade, ou seja, quase todos, se alimentam do sonho de um dia vir a vivê-la ou da chance de ter acesso a pelo menos alguns desses ícones do consumo. Transformamos-nos de cidadãos em consumidores. E com isso vamos consumindo o que resta do planeta, como cupins roendo lentamente as estruturas de um castelo que um dia virá abaixo.

Danilo Pretti Di Giorgi é jornalista.

E-mail: digiorgi@gmail.com

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

As 10 ideias sustentáveis mais curiosas

Atualmente, muito se fala a respeito de preservação ao meio ambiente, mas pouco se faz na prática. Confira aqui dez invenções inusitadas que respeitam a Mãe Natureza:

1 – Hotel oferece refeições de graça para quem estiver disposto a gerar eletricidade


O Crown Plaza Hotel, em Copenhague, Dinamarca, oferece uma chance para quem quer fazer uma boa refeição sem deixar de cuidar do planeta. O hotel disponibiliza bicicletas ligadas a um gerador de eletricidade para os hóspedes voluntários. Cada um deles deve produzir pelo menos 10 Watts/hora de eletricidade – aproximadamente 15 minutos de pedalada para um adulto saudável. Após o exercício, o hóspede recebe um generoso vale-refeição: 26 euros, aproximadamente 60 reais.

2 – Bar capta energia produzida pela dança de seus frequentadores


Todas as luzes e os sons de uma “balada” gastam uma quantia considerável de eletricidade. Pensando nisso, o dono do Bar Surya, em Londres, refez o chão da pista de dança de seu estabelecimento e o revestiu com placas que, ao serem pressionadas pelos frequentadores do lugar, produzem corrente elétrica. Essa energia é então usada para ajudar na carga elétrica necessária à casa. Andrew Charalambous, o visionário dono do bar, diz que a eletricidade produzida pela pista modificada representa 60% da necessidade energética do lugar.

3 – Bordel oferece desconto aos clientes que forem de bicicleta


Uma casa de diversão adulta encontrou uma maneira de atrair mais frequentadores, espantando a crise econômica, e ainda ajudar a frear as mudanças climáticas globais. Quem chega de bicicleta, ganha desconto. Segundo Thomas Goetz, dono do bordel “Maison D’envie”, a recessão atingiu em cheio os negócios. Consumidores que foram ao bordel pedalando, ou que provarem ter utilizado um meio de transporte público, recebem 5 euros de desconto sobre os tabelados 70 euros (mais de 150 reais) para 45 minutos.

4 – Empresa cria impressora que não usa tinta nem papel


Quem disse que uma impressora precisa de tinta ou papel para existir? Conheça a Impressora PrePean. Diferente das convencionais, ela utiliza uma peça térmica para fazer as impressões em folhas plásticas feitas especialmente para isso. Além de serem à prova d’água, elas podem ser facilmente apagadas. É só colocá-las novamente na impressora que, através de outra temperatura, a próxima impressão ficará no lugar da anterior. A mágica faz com que apenas uma dessas folhas possa ser utilizada mil vezes.

5 – Universidade constroi “telhado verde”


O Design Verde é uma tendência da arquitetura moderna, e não estamos falando apenas da cor, mas sim de locais como o prédio de cinco andares da Escola de Arte, Design e Comunicação da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura. A construção conta com uma cobertura vegetal e sua forma orgânica se mistura com a natureza onde está inserida. Os telhados revestidos de grama servem como ponto de encontro informal, além de ajudar no equilíbrio térmico do edifício e na absorção da água da chuva.

6 – Designer cria pia que utiliza água desperdiçada para regar planta


Feita de concreto polido, a Pia batizada de Jardim Zen possui um canal que aproveita a água utilizada na lavagem das mãos para molhar uma planta. Criado pelo jovem designer Jean-Michel Montreal Gauvreau, a pia vem em bacia dupla ou modelo simples. Se você está preocupado eu ensaboar toda a sua plantinha, relaxe. Uma peça no início do canal drena o liquido e só deixa água sem sabão escorrer até a planta.

7 – Designer cria chuveiro que o obriga a sair quando já desperdiçou muita água


O designer Tommaso Colia criou uma solução para aqueles que adoram passar um tempão tomando uma ducha relaxante (é, você mesmo!). O chuveiro Eco Drop possui círculos concêntricos como tapetes no chão, que vão crescendo enquanto o chuveiro está ligado. Após um tempo, a sensação fica tão incômoda que te força a sair do banho e, consequentemente, economizar água. Cerca de 20% de toda energia gasta no lar vem da água quente utilizada no banho – seis vezes mais do que a iluminação doméstica, por exemplo.

8 – Designer cria interruptor que muda de cor para ensinar crianças a economizar energia


Tio é o nome do interruptor em forma de fantasma que avisa, através de sutis luzes, há quanto tempo a lâmpada está acesa. Até uma hora, a expressão do fantasminha é feliz e a luz do interruptor permanece verde. Se a luz é deixada ligada por mais de quatro horas, ele se assusta e fica amarelo. Já se o morador da casa se atreve a deixar a luz acesa por mais de oito horas, o até então amigável fantasma se zanga e fica vermelho. Com o auxílio visual e tátil, espera-se que as crianças comecem a tomar consciência do desperdício de energia logo cedo, e de uma maneira divertida.

9 – Empresa cria grampeador sem grampos para evitar poluição


Grampos de grampeador são tão poluentes que uma empresa decidiu criar um novo modelo do produto, sem grampos! Em vez dos grampos a que todos estamos acostumados, ele “recorta pequenas tiras de papel e as usa para costurar até cinco folhas de papel juntas”. Se você se empolgou com a ideia, pode encomendar esses grampeadores personalizados para que sua empresa se vanglorie de contribuir para um mundo livre grampeadores com grampos.

10 – Designer cria carregador de iPhone alimentado por aperto de mão


Eis uma invenção que dará uma mão na economia de energia. Carregue seu iPhone com um aperto de mão! O conceito foi chamado de “You can work it out” – uma brincadeira entre encontrar uma solução (work it out) e exercitar-se (to work out) – e foi pensado por Mac Funamizu.

Do óleo de cozinha ao sabão

Projeto em São Luís ajuda a preservar o meio ambiente através da reciclagem do óleo de cozinha.


Em tempos de poupar o meio ambiente, a palavra de ordem é reciclar. Mas, você sabe como descartar o óleo de cozinha que já não pode mais ser utilizado? Em São Luís, um projeto de reciclagem deste resíduo visa dar uma destinação ambientalmente correta para o óleo de fritura e conscientizar os moradores quanto ao procedimento adequado. A iniciativa é da Prefeitura de São Luís em parceria com a Oleaginosas Maranhenses (Oleama) – empresa do segmento de produtos de limpeza – que recolhe o material coletado e o transforma em sabão.

Segundo a diretora da Oleama, Neide Oliveira, em seis meses, foram mais de 1.000 litros recolhidos. “São quase 10 pontos de coleta na cidade, entre condomínios residenciais, bares, hotéis e lanchonetes. A nossa meta é expandir o projeto para o interior maranhense nos próximos meses, incentivando as comunidades a efetivarem a coleta seletiva do óleo de cozinha”, disse Neide Oliveira.

Neide lembra também que o sucesso desse programa depende inteiramente da participação da comunidade. “O trabalho da Oleama não só impede que o resíduo chegue a um destino indesejado, como o transforma em algo útil: sabão”, completa.

Reciclagem gera benefícios

Diariamente, em milhões de lares brasileiros, o
óleo de fritura é jogado fora pela pia da cozinha. O ato,
muito comum, é aparentemente inofensivo. Mas os
impactos ambientais são de proporções trágicas.
Já parou para pensar para onde vai o óleo de cozinha que joga pelo ralo da pia? Pois ele seguirá para as redes de esgoto, que são despejadas, em sua maioria, em rios e mares, poluindo estes locais com uma película que impede a passagem de oxigênio.

O óleo usado contribui também para o entupimento da rede de esgotos, pois junto com outros detritos, ele cria placas que impedem o escoamento das águas. Além disso, para desentupir os encanamentos, são utilizados produtos altamente tóxicos que acabam prejudicando o meio ambiente.

Para que isso não aconteça, é necessário fazer a reciclagem do óleo de cozinha usado, que gera vários benefícios ambientais. O mais imediato é a preservação dos mananciais e lençóis freáticos utilizados no abastecimento público.

O químico industrial da Oleama, Alyson Pereira, explica que cada litro de óleo despejado no esgoto tem potencial para poluir cerca de um milhão de litros de água. “A impermeabilização da água causada pela camada de óleo mata tudo o que há de vivo dentro dela”.

Alyson diz também que além de causar danos à vida aquática, descartar o óleo inadequadamente na natureza, pode causar enchentes nas áreas urbanas, pois causa a impermeabilização do solo, além disso atrai pragas urbanas e danifica as redes de esgoto. “O descarte incorreto deste resíduo traz muitas conseqüências para o meio ambiente, por isso faz-se necessário reaproveitar este material de forma sustentável, seja na fabricação do sabão ou de qualquer outro produto”, ressalta o químico.

Processo
A cidade de São Luís é a terceira do país a aderir ao processo de coleta seletiva de óleo de cozinha em condomínios. A iniciativa no município começou a ser implementada em dezembro de 2009 nos condomínios da Rua do Aririzal - em função do grande número de condomínios situados naquela via - entre eles o Ferrazi, Madri, Valência II, Bouganville, Vilage das Palmeiras II e D’Italy IV. Em cada um foram instaladas, em local acessível, unidades receptoras com capacidade volumétrica de 25 litros para o recolhimento do óleo doméstico, que é feito semanalmente por equipes da Oleama.

Nos domicílios, foram distribuídos pela empresa mini-depósitos de 500 ml para que o óleo seja armazenado e transportado pelos moradores às unidades receptoras de seus condomínios. O projeto se expandiu. Hoje, restaurantes, bares, hotéis e lanchonetes já possuem também as unidades receptoras.

Transporte
O transporte do material coletado é feito por funcionários da Olema nos locais previamente estabelecidos, para a sede da empresa. Com a chegada do material, inicia-se o processo de transformação do óleo de cozinha usado em sabão, que passa pelas seguintes etapas:

• Decantação do resíduo sólido;
• Neutralização da acidez da gordura reciclável;
• Clarificação que é feita com argilas clarificantes. Esse processo dura cerca de 40 minutos;
• Filtragem para a retirada do resíduo;
• Segue para o laboratório onde é realizada a análise que determina o teor de soda livre, conforme o padrão estabelecido pela ANVISA;
• Fabricação de Sabão em barras;
• E finalmente é aplicado a fragrância. Além do sabão, o óleo de cozinha pode ser utilizado para produzir produtos de beleza, tintas, ração.

Você sabia que…
• Um único litro de óleo contamina centenas de litros de água?
• Ao alcançar a rede coletora de esgotos, o óleo cria uma barreira que impede a passagem de água, causando entupimentos e enchentes?
• Se chegar aos rios, o óleo impede a entrada de luz e a oxigenação na água, prejudicando a vida local?

Confira os pontos de coleta em São Luís
Bom Sabor
Cheiro Verde
Cabana do Sol
Café & Companhia
Condomínios da Rua do Aririzal
Hotéis Abeville, Luzeiros, Pestana e Skina Palace

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Ecologia direto da internet

Anne Santos


Que tal aproveitar a rede para preservar o meio ambiente, reciclar o lixo e reaproveitar vários materiais? Com apenas um clic e sem pagar nada, você pode ajudar o planeta e ser mais ecológico.

Por exemplo, no endereço http://www.akatu.com.br/ você confere dicas para evitar o desperdício de água e energia, além de orientações sobre como manipular os alimentos e separar corretamente o lixo para reciclagem.

E se você não sabe para onde enviar o material separado em casa, a resposta para isso também está ao alcance dos seus dedos: basta passar no site http://www.recicloteca.org.br/. Lá, é possível descobrir quais cooperativas, sucateiros e empresas da sua região recebem os recicláveis. Em São Luís, uma das entidades que reaproveitam estes materiais é a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis – ASCAMAR, que atua na coleta de garrafas PET, jornais, papelão, plásticos e revistas. Parte desse material, principalmente papel e garrafas PET, é reciclado nas próprias instalações da ASCAMAR (mais informações pelos fones 8857-7901 e 8867-2429).

Inclusive, sabia que dá pra fazer cadeiras e sofás com garrafa PET ou luminárias reaproveitando materiais domésticos? Um lugar que você pode conferir tudo isso é no http://www.ecoblogs.com.br/, que traz várias ideias diferentes de artesanato com materiais recicláveis. E, ainda, no http://www.artereciclada.com.br/, é possível aprender, passo-a-passo, a fazer artesanato com sucata. Na página, tem de tudo: porta retrato, árvore de Natal com folhas de revista, croché de sacolas plásticas, vassoura e cortina de garrafa PET, luminária de latinha, pandeiro com tampinhas de garrafa e retalhos de pano, e muito mais.

Outra dica, para você se manter atualizado sobre as questões ambientais, é no site http://www.planetasustentavel.com.br/, que disponibiliza coletâneas de matérias e artigos verdes publicados por várias revistas brasileiras, textos reflexivos e orientações práticas para o dia-a-dia.

Além disso, quer saber como diminuir o impacto do efeito estufa? Se bateu a curiosidade, então tecla aí rapidinho: http://www.iniciativaverde.org.br/. O site incentiva o plantio de árvores para compensar os gases que emitimos ao andar de ônibus, ao consumir energia elétrica, e etc.

Pela internet, você pode assistir também a vídeos ambientais. No http://www.eco1.com.br/, portal semelhante ao YouTube, as pessoas gravam vídeos e colocam lá para que outros possam assisti-los. A única diferença é que ali só entram vídeos sobre Educação Ambiental.

O http://www.reporterecologico.com.br/ e http://www.trilhaambiental.com/ também utilizam o vídeo como ferramenta didática, visando sempre a conscientização ambiental. Vale conferir!